Oração do 13º Intereclesial Nacional das CEBs
Deus da vida e do amor,Pai de Jesus e Pai nosso,Santíssima Trindade, a melhor comunidade:abençoai as nossas CEBs,rumo ao 13º Intereclesial,que iremos celebrar no coração alegre e forte do Nordeste,nas terras do Pe. Cícero e do Pe. Ibiapina,do beato Zé Lourenço e da beata Maria de Araújo,e de tantos sofredores e lutadores,profetas e mártires da caminhada,no Brasil, em Nossa América,no Mundo solidário.
Ajudai-nos a reacender sempre mais a nossa paixão pelo Reino,no seguimento de Jesus.À luz da Bíblia e na mesa da Eucaristia,na opção pelos pobres,em diálogo ecumênico e ecológico,na defesa dos Direitos Humanos,sobretudo dos Povos Indígenas e Quilombolas.No cuidado da Terra, nossa mãe.
Em família e na comunidade eclesial,no trabalho, na política, no movimento popular,crianças, jovens e adultos, mulheres e homens.
Denunciando a economia neoliberal dos grandes projetos depredadores,da seca, da cerca, do consumismo e da exclusão.
Mãe das Dores e das Alegrias,ensinai-nos a sermos CEBs romeiras do Reino,no campo e na cidade,fermento de justiça, de profecia e de esperança pascal.Proclamando a Boa Nova do Evangelhosobretudo com a própria vida, que é“o melhor presente que Deus nos deu”.
Amém , axé, auerê, aleluia!
(Dom Pedro Casaldáliga)
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
CARTAZ DO DECIMO TERCEIRO INTERECLESIAL DE CEBs
Cartaz do 13º Intereclesial de CEBs
“Justiça e profecia a serviço da vida
CEBs Romeiras do Reino no Campo e na Cidade”

Cartaz do 13º Intereclesial de CEBs
“Justiça e profecia a serviço da vida
CEBs Romeiras do Reino no Campo e na Cidade”
O Cartaz do 13º Intereclesial de CEBs;
Uma Proposta e um olhar...
O Cartaz foi inspirado no traço da xilogravura presente na literatura de cordel e expressão típica da cultura nordestina.
No centro, encontramos a cruz do crucificado ressuscitado, de onde emanam as fitas votivas identificando as três pessoas da Trindade Santa, encontrando na outra extremidade a Palavra de Deus, experiência concreta de fé e vida.
Da cruz emerge também os raios da “terra do sol”, Juazeiro do Norte no Ceará, plantada sob o chapéu do romeiro que busca seu abrigo no Pai do céu. No chapéu encontramos no santinho devocionário o mapa da América Latina, indicando a unidade das CEBs antenadas no desafio da evangelização do campo e da cidade, contextualizada pela situação sócio-política dos tempos atuais.
Na aba do chapéu encontramos a memória do trem das CEBs, acolhendo o 13º vagão que chega de encontro a esta experiência de comunhão com as várias culturas presentes nos interecleiais.
Sob esta proteção e mística temos o movimento dos romeiros do Reino, comunidades de homens e mulheres, crianças e adultos, jovens e idosos, trabalhadores e desempregados da cidade e do campo, vocações religiosas e leigas, que unidas ao padrinho Pe. Cícero expressam em romaria que “gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares não importantes, conseguem mudanças extraordinárias”; demonstrando a grande certeza na esperança teimosa da flor do mandacaru que acreditamos na justiça e na profecia a serviço da vida.
“Justiça e profecia a serviço da vida
CEBs Romeiras do Reino no Campo e na Cidade”

Cartaz do 13º Intereclesial de CEBs
“Justiça e profecia a serviço da vida
CEBs Romeiras do Reino no Campo e na Cidade”
O Cartaz do 13º Intereclesial de CEBs;
Uma Proposta e um olhar...
O Cartaz foi inspirado no traço da xilogravura presente na literatura de cordel e expressão típica da cultura nordestina.
No centro, encontramos a cruz do crucificado ressuscitado, de onde emanam as fitas votivas identificando as três pessoas da Trindade Santa, encontrando na outra extremidade a Palavra de Deus, experiência concreta de fé e vida.
Da cruz emerge também os raios da “terra do sol”, Juazeiro do Norte no Ceará, plantada sob o chapéu do romeiro que busca seu abrigo no Pai do céu. No chapéu encontramos no santinho devocionário o mapa da América Latina, indicando a unidade das CEBs antenadas no desafio da evangelização do campo e da cidade, contextualizada pela situação sócio-política dos tempos atuais.
Na aba do chapéu encontramos a memória do trem das CEBs, acolhendo o 13º vagão que chega de encontro a esta experiência de comunhão com as várias culturas presentes nos interecleiais.
Sob esta proteção e mística temos o movimento dos romeiros do Reino, comunidades de homens e mulheres, crianças e adultos, jovens e idosos, trabalhadores e desempregados da cidade e do campo, vocações religiosas e leigas, que unidas ao padrinho Pe. Cícero expressam em romaria que “gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares não importantes, conseguem mudanças extraordinárias”; demonstrando a grande certeza na esperança teimosa da flor do mandacaru que acreditamos na justiça e na profecia a serviço da vida.
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